UMA CANÇÃO

Minha terra não tem palmeiras...
E em vez de um mero sabiá,
Cantam aves invisíveis
Nas palmeiras que não há.
Minha terra tem relógios,
Cada qual com sua hora
Nos mais diversos instantes...
Mas onde o instante de agora?
Mas onde a palavra "onde"?
Terra ingrata, ingrato filho,
Sob os céus da minha terra
Eu canto a Canção do Exílio!
(Mário Quintana)

5 comentários:

Descharth disse...

Que layout legal esse o do seu blog.

Gostei muito dessa adptação do MQ. Nunca a tinha lido.
Espero que tenha sucesso no seu blog que se inicia. Ele tem jeito de que será muito bem visto.

Bernardo Lima disse...

rsrsrs
maneiro o post...
já tinha visto esse desenho numa prova de vestibular...
vlw

Foca disse...

nussa
sou fã do Mario Quintana
ehhehe
abraços

César Fernández disse...

Adoro Mario Quintana :D

Tyler Bazz disse...

Infelizmente, é bem por aí mesmo...